Teodicéia: Uma Introdução
Filosófico-Teológica Sobre o Problema do Mal.
Diego Filipe Nery
Introdução
Quem criou o mal? Por que o
mal existe? De onde vem todo o sofrimento?
Por que há tanta maldade, dor e injustiça no mundo? Essas perguntas são
algumas das indagações feitas por muitos ateus, filósofos e cientistas. Sabendo
que Deus é o autor de todas as coisas, e não há nada em que Deus tenha criado
que ele não tenha dito que havia sido bom!
Assim se expressou o apostolo Paulo, ‘‘Pois
tudo o que Deus criou é bom... ª’’ (1 Timóteo 4:4).
Se Deus criou tudo, seria ele o
autor do mal? Deus é bom, criou todas as coisas boas, poderia ter criou também o
mal? Aquele que possui todo poder em suas mãos porque, teria permitido tanta
maldade? Tanta injustiça? Deus se omitiu em relação á essas coisas? Todas essas
indagações perduraram os séculos, muitos teólogos, e pensadores cristãos
lutaram para dar respostas ás todas essas perguntas, sendo um dos assuntos mais
problemáticos para o cristianismo.
Neste artigo será tratado apenas uma
introdução, pois o assunto é demasiadamente grande. Sendo que tomou proporções
maiores quando muitos filósofos cristãos começaram a conciliar teologia e
filosofia. Na era patrística, grandes homens, teólogos extraordinários, lutaram
em defesa da fé. Logo, na era medieval, pensadores de tamanha capacidade também
lutaram, e deixaram tantos escritos que incentivaram muitos outros a se
dedicarem a esse assunto. Um legado para os séculos!
1.
Origem filosófico-científica da palavra Teodiceia;
Teodicéia
foi uma palavra criada nos meados do sec. XVI pelo filósofo e jurista alemão
Gottfried Wilhelm Leibniz. Essa palavra deriva do grego Théos = Deus + Diké =
Justiça, que por aglutinação formaram o vocábulo “teodicéia”, cujo significado
literal é “Justiça de Deus”, ou como foi utilizado pelo filósofo alemão
Leibniz: “estudo da justificação de Deus frente à existência do mal” [1]
Teodiceia é um assunto pouco conhecido pelo fato de ser
um termo filosófico, teológico e também científico, muitas pessoas o
desconhecem, é mais conhecido como o problema do mal. Como pode o mal existir no mundo? Como justificar o sofrimento
e a dor? Essa é a questão da “teodicéia”.[2]
‘‘Esta palavra, foi
elaborada pelo [.] filósofo alemão Gottfried Leibniz (1646-1716), derivou-se de
duas palavras gregas (theos, Deus, e dike, justiça) e está relacionada com a
justificação da bondade e correção de Deus em face ao mal no mundo. ’’[3]
O termo pode ter surgido no séc. XVI com Leibniz, em defesa
de Deus perante a existência do mal, mas o assunto é antigo, o problema do mal,
e do sofrimento, vem de longas datas. Afinal,
qual é a origem do mal?
2.0- A origem do mal em satanás[4]
Deus criou
Lúcifer perfeito, era um querubim ungido, o próprio nome mostra um pouco de
suas características, pois seu nome significa Filho da Alva, ou Estrela da Manhã.
Perfeito em glória, o mais belo anjo, chamado de aferidor de medida, quando
andava saíam louvores de si, era o maestro do céu. Deus não o criou corrompido,
mas totalmente perfeito, porém, em um dia, corrompeu-se e ensoberbeceu seu
coração, foi quando decidiu ser igual a Deus. ‘‘E tu dizias no teu coração: Eu
subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da
congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e
serei semelhante ao Altíssimo. ’’ (Isaias 14.13-14)
Antes do mal surgir na terra, ou em qualquer outro lugar, surgiu no céu, não em Deus nem por intermédio dele, mas em uma de suas criaturas livres, a bíblia diz; ‘‘ E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele. ’’ (Apo 12.9). Lúcifer se corrompeu no céu, enganou a terça parte dos anjos e foi lançado na terra. A partir daí, o mal se alastra na terça parte dos anjos e logo mais no homem. Deus não criou o mal! O mal surgiu, a partir da escolha que o próprio Lúcifer fez. Deus criou seres livres, e, portanto, não os impede de fazer qualquer tipo de escolha, deu a liberdade, como também deu o espaço para se exercê-la.
Antes do mal surgir na terra, ou em qualquer outro lugar, surgiu no céu, não em Deus nem por intermédio dele, mas em uma de suas criaturas livres, a bíblia diz; ‘‘ E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele. ’’ (Apo 12.9). Lúcifer se corrompeu no céu, enganou a terça parte dos anjos e foi lançado na terra. A partir daí, o mal se alastra na terça parte dos anjos e logo mais no homem. Deus não criou o mal! O mal surgiu, a partir da escolha que o próprio Lúcifer fez. Deus criou seres livres, e, portanto, não os impede de fazer qualquer tipo de escolha, deu a liberdade, como também deu o espaço para se exercê-la.
Agostinho de Hipona também defendia
essa mesma ideologia.
Na sua Cidade de
Deus, como em seus outros escritos, ele sustentava que desde que Deus criou
todas as coisas “boas” (Gêneses 1:31), o mal não pode ter uma existência
própria. O mal é a ausência do bem, como a escuridão é a ausência da luz. O
mal, portanto, não é a presença positiva de alguma coisa. O mal, sendo a
ausência do bem, ou a presença de um bem menor, é o resultado de a criatura se
afastar dos mandamentos de Deus em direção a algo menos bom: a vontade da
criatura.[5]
Além de Agostinho, João Calvino também
defendia essa tese sobre a origem do mal, como afirma a descrição do próprio
Calvino:
“Como, porém, o Diabo foi criado por
Deus, lembremo-nos de que esta malignificência que atribuímos à sua natureza não procede da criação, mas da
depravação. Tudo quanto, pois, tem ele de condenável, sobre si evocou por
sua defecção e queda. Pois visto que a Escritura nos adverte, para que não
venhamos, crendo que ele recebeu de Deus exatamente o que é agora, a atribuir
ao próprio Deus o que lhe é absolutamente estranho. Por esta razão, Cristo
declara [Jo. 8.44] que Satanás, quando profere a mentira, fala do que é próprio
à sua natureza, e apresenta a causa: ‘porque não permaneceu na verdade’.[6]
2.1- A origem do mal no homem
Depois da queda de Lúcifer, logo, em seguida,
ocorre à queda do homem, não se sabe quanto tempo se passou, mas
cronologicamente seria depois da queda dos anjos. Da mesma forma que Deus criou
os anjos perfeitos, assim foi com o homem. ‘‘E
viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a
manhã, o dia sexto. ’’(Gênesis 1:31). Tudo
que Deus cria é bom e perfeito, e com o homem não foi diferente, pois o fez a
sua imagem conforme a sua semelhança. Não havia maldade, dor, sofrimento ou
qualquer tipo de mazelas, nada! Nem medo, ou vergonha e nem o pecado, mas Deus dá
liberdade para o homem. O livre arbítrio, como deu também aos anjos, e consequentemente
o espaço para o uso dessa liberdade. Deus não cria seres robóticos, o homem
decide por si só, mas Deus o alerta mostrando as consequências, porém não o
impede. Deus havia dado uma ordem ao homem: [.] ‘‘De
toda a árvore do jardim comerás livremente, Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque
no dia em que dela comeres, certamente morrerás. ’’(Gênesis 2:16-17) A
partir dessa ordem o homem estaria condicionado a uma escolha, obedecer ou não
obedecer.
Satanás aproveitando essa oportunidade
tentou a esposa de adão, Eva. ‘‘Ora, a serpente
era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito.
E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do
jardim?’’(Gênesis
3:1).
E logo a serpente engana Eva, que acabou caindo em tentação; depois de comer a
fruta, ou o fruto, também deu a seu marido, então os dois desobedeceram a Deus,
dando início à origem de todo o mal na terra. O pecado é a raiz de todo mal,
começando em Lúcifer, depois no homem ate se estender a toda humanidade. Vale
frisar que o homem não pecou por causa do diabo, e sim por sua própria vontade.
2.2- De Adão a toda a humanidade;
Através do pecado de Adão e Eva, todos
pecaram, sem exceção. ‘‘Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. ’’(Romanos 3:23) ‘‘Portanto,
como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também
a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram. ’’(Romanos 5:12). A
partir daí toda a humanidade passou a experimentar a morte, antes ninguém
morria, depois do pecado, a desobediência trouxe morte como uma das várias conseqüências!
Nesse ponto Calvino diz:
Nesse ponto Calvino diz:
Deve-se,
portanto, mirar mais alto, visto que a proibição da árvore do conhecimento do
bem e do mal foi um teste de obediência; de modo que, ao obedecer, Adão podia
provar que se sujeitava à autoridade de Deus, de livre e deliberada vontade.
Com efeito, o próprio nome da árvore evidencia que o propósito do preceito não
era outro senão que, contente com sua sorte, o homem não se alçasse mais alto,
movido de ímpia cobiça.[7]
A partir desse momento, o sofrimento, o medo, os males da
vida, as dores de parto e principalmente a morte se instalam
na terra e no homem. Ninguém pode escapar. ‘‘Logo, a culpa do pecado, e a consequente
existência do mal está totalmente atreladas aos atos do homem, que no desejo de
ser como Deus (Jim. 3:4-6), Dele se afastou, e por esse afastamento trouxe
sobre toda a Terra o efeito devastador do mal, através do pecado (Gn. 3.17). ’’[8]
2.3 – Se Deus não criou o mal, como entender
o texto de Isaias 45:7
“Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu sou
o Senhor, que faço todas estas coisas.”
Muitas pessoas têm mal
interpretado textos como esses e atribuído á Deus a criação do mal e do pecado.
Assim podem dizer que Deus é equilibrado, criou o bem, mas também o mal. Pois
bem, são interpretações errôneas, sem análise de contextos, sem acesso às
palavras nos originais. Eles simplesmente analisam uma palavra, como nesse
texto, ‘‘Mal’’ que possui vários sentidos diferentes e atribuem um significado
a seu gosto, ao léu. Então fundamentam heresias e mais heresias.
Dake explica bem
isso:
O termo Heb. Para criar é
bara, e aqui significa causar trazer a existência. O termo Heb. Para mal
e RA, nunca é traduzido por pecado, mas mal. [.] RA é traduzido
por mal 430 vezes e nunca com a idéia de que o pecado foi criado por Deus. Se
os homens pecarem e colherem as suas conseqüências por isso, a responsabilidade
pelas duas ações é deles.[9]
Esse
texto não se trata do ‘‘mal’’, no sentido de pecado, ou perversão. Mas sim no
sentido de calamidade, o oposto da paz, seria também a consequência da
desobediência, que acabam trazendo males como pestes, guerras, sofrimento,
morte, coisas que sobrevêm aos homens por causa do pecado. Deus usaria o Rei
Ciro para abater as nações.
‘‘Deus criou o mal? Sim, no sentido que um Deus justo e santo se
afasta do pecador e o castiga por sua iniquidade. Mas Deus jamais criou o
pecado, e não tenta ninguém. ’’[10]
2.4- Se Deus é bom e amoroso, porque não
impede a dor, e o sofrimento no mundo?
O homem escolheu desobedecer, e consequentemente receber a
punição. A dor e o sofrimento são conseqüências do pecado do próprio homem.
Antes de existir a dor, o sofrimento e tudo que há de ruim no mundo, Deus já
tinha precavido o homem, ‘‘E ordenou o Senhor
Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, da
árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que
dela comeres, certamente morrerás. ’’(Gênesis 2:16-17), e com a desobediência do homem, foi
liberada a dor, o medo, o sofrimento, a morte e tudo que há de ruim. diz a
sentença de Deus:
‘‘E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a
tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu
marido, e ele te dominará. E a Adão disse: Porquanto destes ouvidos à voz de
tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela,
maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua
vida.
Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.
No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes a terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás. ’’(Gênesis 3:16-19)
Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.
No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes a terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás. ’’(Gênesis 3:16-19)
Deus simplesmente cumpriu a sua palavra, é a lei da
semeadura, o homem colhe o que planta, como reafirma a bíblia, ‘‘Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o
homem semear, isso também ceifará. ’’(Gálatas 6:7),
O homem recebeu o pagamento de sua
desobediência.
Tudo
está no controle de Deus, tem o domínio de tudo, nada escapa de suas mãos! ‘‘Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa
fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?(Isaías 43:13). Mas foi ele mesmo que deu o livre arbítrio para o
homem, e Deus não vai o impedir de fazer qualquer coisa, quer seja boa ou ruim,
se fosse, ele poderia ter impedido Adão de pecar, e livraria o homem de tudo
isso. Mas Deus deu essa liberdade ao homem; e o homem escolheu e só restam as
consequências.
Se Jesus sofreu por que não podemos sofrer?
Jesus, sendo Deus, sem pecados, e dispôs a um sofrimento sobre-humano,
nenhum homem da terra teria suportado tamanha tortura. Ele sofreu, e sofreu
mudo. Todos os homens sofrem, mas em um teor menor que o de Jesus. Ele não
sofreu por causa de seus pecados, como os demais homens, pois não tinha, mas
sofreu pelos pecados de toda a humanidade.
Em 1986, a Revista da Associação Médica Americana publicou
uma série de artigos que examinava a prática da tortura. O primeiro artigo foi
intitulado “Sobre a Morte Física de Jesus Cristo,” escrito pelo Dr. William D.
Edwards, Dr. Wesley J. Gabel e Dr. Floyd E. Hosmer.
“O artigo foi um relatório do evento possivelmente mais influente de
tortura da história com análise fisiologicamente confiável que mostrava a dor
horrível de um comum castigo romano da antiguidade,” o editor George Lundberg
mais tarde escreveu em defesa do conteúdo polêmico.
Inspirando-se no relato que a Bíblia faz da crucificação, a evidência
arqueológica e documentos históricos, combinados com o estudo moderno, o artigo
tinha como meta “reconstituir os prováveis aspectos médicos dessa forma de
execução lenta” (1460). O resultado foi uma explicação brutal e vívida do que
Jesus sofreu para salvar as pessoas do pecado.[11]
Alguns trechos do artigo “Sobre a Morte Física de Jesus Cristo,” escrito pelo Dr.
William D. Edwards, Dr. Wesley J. Gabel e Dr. Floyd E. Hosmer.
* “Embora os romanos
não tivessem inventado a crucificação, eles a aperfeiçoaram como forma de
tortura e pena capital que tinha o objetivo produzir uma morte lenta com máxima
dor e sofrimento” (1458).
* “Para os açoites, o
homem era despido de suas roupas, e suas mãos eram amarradas a uma coluna erguida.
As costas, as nádegas e as pernas eram açoitadas por dois soldados (lictores)
ou por um que alternava posições. A gravidade dos açoites dependia da
disposição dos lictores e tinha o objetivo de enfraquecer a vítima a um estado
à beira do colapso ou morte” (1457).
* “A media que os
açoites continuavam, as lacerações dilacerariam até alcançar os músculos
esqueléticos subjacentes e produziriam tiras tremulantes de carne
ensanguentada” (1457).
* “Quando os soldados
rasgaram as vestes das costas de Jesus, provavelmente eles reabriram as feridas
de açoites” (1458).
* “O prego fincado
esmagaria ou deceparia o nervo mediano senso-motor um tanto grande. O nervo
estimulado produziria ‘relampejos’ excruciante de dor ardente em ambos os
braços” (1460).
* “Exalação adequada
exigia levantar o corpo flexionando os pés e os cotovelos e aduzindo os ombros.
Contudo, essa manobra colocaria o peso inteiro do corpo nos calcanhares e
produziria dor intensa. Além disso, a flexão dos cotovelos faria a rotação dos
pulsos em volta dos pregos de ferro e causaria dor ardente ao longo dos nervos
medianos danificados” (1461).
* “Já que expressões
verbais ocorrem durante a exalação, essas expressões curtas [as palavras de
Jesus na cruz] devem ter sido particularmente difíceis e dolorosas” (1462).
Em resumo, “A morte
por crucificação era, em todo sentido da palavra, excruciante (em latim, excruciatus,
ou ‘da cruz’)” (1461). Mas a morte violenta, dolorosa, sacrificial, corajosa e
humilde de Jesus não é o único ato mais horrendo do homem pecador que o mundo
já conheceu — é também o maior ato de amor demonstrado por nosso Deus bom e
justo.[12]
Considerações finais
Deus não criou o mal, nem cooperou para a sua existência. Ele
é santo e não compactua com o pecado. O mal surgiu na ausência do bem, quando Lúcifer
decidiu se tornar igual a Deus, pecou e foi aí que surgiu o mal conhecido. Não
que Lúcifer tenha sido criado mal, mas livre, portanto foi responsabilizado e
punido por sua escolha de ir contra o próprio Deus. Da mesma forma, o homem também
tentou se tornar igual a Deus, e também pecou, e com a sua queda trouxe o mal e
o pecado a todas as pessoas.
A raiz de todo mal é o pecado, tanto dos anjos quanto dos homens. Tudo se resume em pecado, a origem e o pai do mal. Sabendo que o mal não é uma ‘‘coisa’’ que se pode colocar em um pote, por exemplo. Mas é algo metafísico.
A raiz de todo mal é o pecado, tanto dos anjos quanto dos homens. Tudo se resume em pecado, a origem e o pai do mal. Sabendo que o mal não é uma ‘‘coisa’’ que se pode colocar em um pote, por exemplo. Mas é algo metafísico.
Existem algumas coisas denominadas como mal, que seria as
catástrofes, doenças, injustiças, as calamidades em geral. A maioria dessas
mazelas é causada pelo próprio homem. Outras
são providências divinas; Há coisas que acontecem com a permissão de Deus; e
outras com o decreto de Deus. Deus não criou o mal, mas permite que aconteça.
Essa é a origem do mal!
No primeiro capítulo da bíblia, diz claramente que ‘‘Tudo que Deus criou era “muito bom” (Gênesis
1:31). A bíblia também termina, em seus últimos capítulos, do seu ultimo livro,
dizendo que tudo voltará a se tornar bom, como era no início. Apocalipse 21:4
diz: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não
haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. ’’ E
para concluir, pode-se confirmar que Deus decretou que, no final, um novo céu e
uma nova terra esperam aqueles que amam a Deus!
[1] WILHELM
Gottfried Leibniz Apud JUNIOR Paulo. A Origem do Mal
(Teodicéia). Disponível em:<<. http://www.defesadoevangelho.com.br/wp-content/uploads/a_origem_do_mal_-teodiceia-.pdf>
Acesso em: 20 de Out. 2014.
[2]OLIVEIRA,
Rodrigo M.
|
http://www.atosdois.com.br/print2.php?codigo=3768> Acesso em: 21 de Out.
2014.
[3] Ibid.
[4] JUNIOR, Paulo. A Origem do Mal
(Teodicéia). Disponível em:<<.
http://www.defesadoevangelho.com.br/wp-content/uploads/a_origem_do_mal_-teodiceia-.pdf>
Acesso em: 20 de Out. 2014.
[5] OLIVEIRA,
Rodrigo M. Op. Cit.
[6]CALVINO
Apud JUNIOR, Paulo. A Origem do
Mal (Teodicéia). Disponível em:<<.
http://www.defesadoevangelho.com.br/wp-content/uploads/a_origem_do_mal_-teodiceia-.pdf>
Acesso em: 21 de Out. 2014.
[7] CALVINO
Apud JUNIOR, Paulo. A Origem do
Mal (Teodicéia). Op. Cit.
[8] JUNIOR, Paulo. A Origem do Mal
(Teodicéia). Op. Cit.
[9]
Quatros atos de Deus, Bíblia de estudo Dake. Pag. 1073
[10] DENNIS Allan. Deus criou o mal? Disponível em:> http://www.estudosdabiblia.net/bd98.htm<. Acesso em: 22 de Out. 2014.
[11] DRISCOLL,
Mark Apud SEVERO, Julio. Quanto Jesus sofreu? Relatório médico de morte por crucificação. Disponível em:> http://juliosevero.blogspot.com.br/2014/04/quanto-jesus-sofreu-relatorio-medico-de.html< Acesso em:
22 de Out. 2014.

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