Augustus Nicodemus

'' Nunca cantamos e tocamos tanto e nunca fomos tão analfabetos em relação às escrituras'' (Augustus Nicodemus)

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Teodicéia: Uma Introdução Filosófico-Teológica Sobre o Problema do Mal.

Teodicéia: Uma Introdução Filosófico-Teológica Sobre o Problema do Mal.


Diego Filipe Nery
Introdução

Quem criou o mal? Por que o mal existe? De onde vem todo o sofrimento?  Por que há tanta maldade, dor e injustiça no mundo? Essas perguntas são algumas das indagações feitas por muitos ateus, filósofos e cientistas. Sabendo que Deus é o autor de todas as coisas, e não há nada em que Deus tenha criado que ele não tenha dito que havia sido bom!  Assim se expressou o apostolo Paulo, ‘‘Pois tudo o que Deus criou é bom... ª’’ (1 Timóteo 4:4).
Se Deus criou tudo, seria ele o autor do mal? Deus é bom, criou todas as coisas boas, poderia ter criou também o mal? Aquele que possui todo poder em suas mãos porque, teria permitido tanta maldade? Tanta injustiça? Deus se omitiu em relação á essas coisas? Todas essas indagações perduraram os séculos, muitos teólogos, e pensadores cristãos lutaram para dar respostas ás todas essas perguntas, sendo um dos assuntos mais problemáticos para o cristianismo.
 Neste artigo será tratado apenas uma introdução, pois o assunto é demasiadamente grande. Sendo que tomou proporções maiores quando muitos filósofos cristãos começaram a conciliar teologia e filosofia. Na era patrística, grandes homens, teólogos extraordinários, lutaram em defesa da fé. Logo, na era medieval, pensadores de tamanha capacidade também lutaram, e deixaram tantos escritos que incentivaram muitos outros a se dedicarem a esse assunto. Um legado para os séculos!

1.   Origem filosófico-científica da palavra Teodiceia;

Teodicéia foi uma palavra criada nos meados do sec. XVI pelo filósofo e jurista alemão Gottfried Wilhelm Leibniz. Essa palavra deriva do grego Théos = Deus + Diké = Justiça, que por aglutinação formaram o vocábulo “teodicéia”, cujo significado literal é “Justiça de Deus”, ou como foi utilizado pelo filósofo alemão Leibniz: “estudo da justificação de Deus frente à existência do mal” [1]
Teodiceia é um assunto pouco conhecido pelo fato de ser um termo filosófico, teológico e também científico, muitas pessoas o desconhecem, é mais conhecido como o problema do mal. Como pode o mal existir no mundo? Como justificar o sofrimento e a dor? Essa é a questão da “teodicéia”.[2]

‘‘Esta palavra, foi elaborada pelo [.] filósofo alemão Gottfried Leibniz (1646-1716), derivou-se de duas palavras gregas (theos, Deus, e dike, justiça) e está relacionada com a justificação da bondade e correção de Deus em face ao mal no mundo. ’’[3]
O termo pode ter surgido no séc. XVI com Leibniz, em defesa de Deus perante a existência do mal, mas o assunto é antigo, o problema do mal, e do sofrimento, vem de longas datas.  Afinal, qual é a origem do mal?

2.0- A origem do mal em satanás[4]

Deus criou Lúcifer perfeito, era um querubim ungido, o próprio nome mostra um pouco de suas características, pois seu nome significa Filho da Alva, ou Estrela da Manhã. Perfeito em glória, o mais belo anjo, chamado de aferidor de medida, quando andava saíam louvores de si, era o maestro do céu. Deus não o criou corrompido, mas totalmente perfeito, porém, em um dia, corrompeu-se e ensoberbeceu seu coração, foi quando decidiu ser igual a Deus. ‘‘E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. ’’ (Isaias 14.13-14)
Antes do mal surgir na terra, ou em qualquer outro lugar, surgiu no céu, não em Deus nem por intermédio dele, mas em uma de suas criaturas livres, a bíblia diz; ‘‘ E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele. ’’ (Apo 12.9). Lúcifer se corrompeu no céu, enganou a terça parte dos anjos e foi lançado na terra. A partir daí, o mal se alastra na terça parte dos anjos e logo mais no homem. Deus não criou o mal! O mal surgiu, a partir da escolha que o próprio Lúcifer fez. Deus criou seres livres, e, portanto, não os impede de fazer qualquer tipo de escolha, deu a liberdade, como também deu o espaço para se exercê-la.

Agostinho de Hipona também defendia essa mesma ideologia.

         Na sua Cidade de Deus, como em seus outros escritos, ele sustentava que desde que Deus criou todas as coisas “boas” (Gêneses 1:31), o mal não pode ter uma existência própria. O mal é a ausência do bem, como a escuridão é a ausência da luz. O mal, portanto, não é a presença positiva de alguma coisa. O mal, sendo a ausência do bem, ou a presença de um bem menor, é o resultado de a criatura se afastar dos mandamentos de Deus em direção a algo menos bom: a vontade da criatura.[5] 

Além de Agostinho, João Calvino também defendia essa tese sobre a origem do mal, como afirma a descrição do próprio Calvino:

        “Como, porém, o Diabo foi criado por Deus, lembremo-nos de que esta malignificência que atribuímos à sua natureza não procede da criação, mas da depravação. Tudo quanto, pois, tem ele de condenável, sobre si evocou por sua defecção e queda. Pois visto que a Escritura nos adverte, para que não venhamos, crendo que ele recebeu de Deus exatamente o que é agora, a atribuir ao próprio Deus o que lhe é absolutamente estranho. Por esta razão, Cristo declara [Jo. 8.44] que Satanás, quando profere a mentira, fala do que é próprio à sua natureza, e apresenta a causa: ‘porque não permaneceu na verdade’.[6]


2.1- A origem do mal no homem

 Depois da queda de Lúcifer, logo, em seguida, ocorre à queda do homem, não se sabe quanto tempo se passou, mas cronologicamente seria depois da queda dos anjos. Da mesma forma que Deus criou os anjos perfeitos, assim foi com o homem. ‘‘E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto. ’’(Gênesis 1:31). Tudo que Deus cria é bom e perfeito, e com o homem não foi diferente, pois o fez a sua imagem conforme a sua semelhança. Não havia maldade, dor, sofrimento ou qualquer tipo de mazelas, nada! Nem medo, ou vergonha e nem o pecado, mas Deus dá liberdade para o homem. O livre arbítrio, como deu também aos anjos, e consequentemente o espaço para o uso dessa liberdade. Deus não cria seres robóticos, o homem decide por si só, mas Deus o alerta mostrando as consequências, porém não o impede. Deus havia dado uma ordem ao homem: [.] ‘‘De toda a árvore do jardim comerás livremente, Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás. ’’(Gênesis 2:16-17) A partir dessa ordem o homem estaria condicionado a uma escolha, obedecer ou não obedecer.
Satanás aproveitando essa oportunidade tentou a esposa de adão, Eva. ‘‘Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?’’(Gênesis 3:1). E logo a serpente engana Eva, que acabou caindo em tentação; depois de comer a fruta, ou o fruto, também deu a seu marido, então os dois desobedeceram a Deus, dando início à origem de todo o mal na terra. O pecado é a raiz de todo mal, começando em Lúcifer, depois no homem ate se estender a toda humanidade. Vale frisar que o homem não pecou por causa do diabo, e sim por sua própria vontade.

2.2- De Adão a toda a humanidade;

 Através do pecado de Adão e Eva, todos pecaram, sem exceção.‘Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. ’’(Romanos 3:23) ‘‘Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram. ’’(Romanos 5:12). A partir daí toda a humanidade passou a experimentar a morte, antes ninguém morria, depois do pecado, a desobediência trouxe morte como uma das várias conseqüências!

Nesse ponto Calvino diz:
Deve-se, portanto, mirar mais alto, visto que a proibição da árvore do conhecimento do bem e do mal foi um teste de obediência; de modo que, ao obedecer, Adão podia provar que se sujeitava à autoridade de Deus, de livre e deliberada vontade. Com efeito, o próprio nome da árvore evidencia que o propósito do preceito não era outro senão que, contente com sua sorte, o homem não se alçasse mais alto, movido de ímpia cobiça.[7]
A partir desse momento, o sofrimento, o medo, os males da vida, as dores de parto e principalmente a morte se instalam na terra e no homem. Ninguém pode escapar. ‘‘Logo, a culpa do pecado, e a consequente existência do mal está totalmente atreladas aos atos do homem, que no desejo de ser como Deus (Jim. 3:4-6), Dele se afastou, e por esse afastamento trouxe sobre toda a Terra o efeito devastador do mal, através do pecado (Gn. 3.17). ’’[8]

2.3 – Se Deus não criou o mal, como entender o texto de Isaias 45:7

“Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu sou o Senhor, que faço todas estas coisas.”
Muitas pessoas têm mal interpretado textos como esses e atribuído á Deus a criação do mal e do pecado. Assim podem dizer que Deus é equilibrado, criou o bem, mas também o mal. Pois bem, são interpretações errôneas, sem análise de contextos, sem acesso às palavras nos originais. Eles simplesmente analisam uma palavra, como nesse texto, ‘‘Mal’’ que possui vários sentidos diferentes e atribuem um significado a seu gosto, ao léu. Então fundamentam heresias e mais heresias.
Dake explica bem isso:
        O termo Heb. Para criar é bara, e aqui significa causar trazer a existência. O termo Heb. Para mal e RA, nunca é traduzido por pecado, mas mal. [.] RA é traduzido por mal 430 vezes e nunca com a idéia de que o pecado foi criado por Deus. Se os homens pecarem e colherem as suas conseqüências por isso, a responsabilidade pelas duas ações é deles.[9]

Esse texto não se trata do ‘‘mal’’, no sentido de pecado, ou perversão. Mas sim no sentido de calamidade, o oposto da paz, seria também a consequência da desobediência, que acabam trazendo males como pestes, guerras, sofrimento, morte, coisas que sobrevêm aos homens por causa do pecado. Deus usaria o Rei Ciro para abater as nações.
 ‘‘Deus criou o mal? Sim, no sentido que um Deus justo e santo se afasta do pecador e o castiga por sua iniquidade. Mas Deus jamais criou o pecado, e não tenta ninguém. ’’[10]

2.4- Se Deus é bom e amoroso, porque não impede a dor, e o sofrimento no mundo?

O homem escolheu desobedecer, e consequentemente receber a punição. A dor e o sofrimento são conseqüências do pecado do próprio homem. Antes de existir a dor, o sofrimento e tudo que há de ruim no mundo, Deus já tinha precavido o homem, ‘‘E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás. ’’(Gênesis 2:16-17), e com a desobediência do homem, foi liberada a dor, o medo, o sofrimento, a morte e tudo que há de ruim. diz a sentença de Deus:

        ‘‘E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará. E a Adão disse: Porquanto destes ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.
Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.
No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes a terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás. ’’(
Gênesis 3:16-19)
Deus simplesmente cumpriu a sua palavra, é a lei da semeadura, o homem colhe o que planta, como reafirma a bíblia, ‘‘Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. ’’(Gálatas 6:7), O homem recebeu o pagamento de sua desobediência.
Tudo está no controle de Deus, tem o domínio de tudo, nada escapa de suas mãos! ‘‘Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?(Isaías 43:13). Mas foi ele mesmo que deu o livre arbítrio para o homem, e Deus não vai o impedir de fazer qualquer coisa, quer seja boa ou ruim, se fosse, ele poderia ter impedido Adão de pecar, e livraria o homem de tudo isso. Mas Deus deu essa liberdade ao homem; e o homem escolheu e só restam as consequências.

Se Jesus sofreu por que não podemos sofrer?
                
Jesus, sendo Deus, sem pecados, e dispôs a um sofrimento sobre-humano, nenhum homem da terra teria suportado tamanha tortura. Ele sofreu, e sofreu mudo. Todos os homens sofrem, mas em um teor menor que o de Jesus. Ele não sofreu por causa de seus pecados, como os demais homens, pois não tinha, mas sofreu pelos pecados de toda a humanidade.
Em 1986, a Revista da Associação Médica Americana publicou uma série de artigos que examinava a prática da tortura. O primeiro artigo foi intitulado “Sobre a Morte Física de Jesus Cristo,” escrito pelo Dr. William D. Edwards, Dr. Wesley J. Gabel e Dr. Floyd E. Hosmer.
“O artigo foi um relatório do evento possivelmente mais influente de tortura da história com análise fisiologicamente confiável que mostrava a dor horrível de um comum castigo romano da antiguidade,” o editor George Lundberg mais tarde escreveu em defesa do conteúdo polêmico.
Inspirando-se no relato que a Bíblia faz da crucificação, a evidência arqueológica e documentos históricos, combinados com o estudo moderno, o artigo tinha como meta “reconstituir os prováveis aspectos médicos dessa forma de execução lenta” (1460). O resultado foi uma explicação brutal e vívida do que Jesus sofreu para salvar as pessoas do pecado.[11]
 Alguns trechos do artigo “Sobre a Morte Física de Jesus Cristo,” escrito pelo Dr. William D. Edwards, Dr. Wesley J. Gabel e Dr. Floyd E. Hosmer.
* “Embora os romanos não tivessem inventado a crucificação, eles a aperfeiçoaram como forma de tortura e pena capital que tinha o objetivo produzir uma morte lenta com máxima dor e sofrimento” (1458).
* “Para os açoites, o homem era despido de suas roupas, e suas mãos eram amarradas a uma coluna erguida. As costas, as nádegas e as pernas eram açoitadas por dois soldados (lictores) ou por um que alternava posições. A gravidade dos açoites dependia da disposição dos lictores e tinha o objetivo de enfraquecer a vítima a um estado à beira do colapso ou morte” (1457).
* “A media que os açoites continuavam, as lacerações dilacerariam até alcançar os músculos esqueléticos subjacentes e produziriam tiras tremulantes de carne ensanguentada” (1457).
* “Quando os soldados rasgaram as vestes das costas de Jesus, provavelmente eles reabriram as feridas de açoites” (1458).
* “O prego fincado esmagaria ou deceparia o nervo mediano senso-motor um tanto grande. O nervo estimulado produziria ‘relampejos’ excruciante de dor ardente em ambos os braços” (1460).
* “Exalação adequada exigia levantar o corpo flexionando os pés e os cotovelos e aduzindo os ombros. Contudo, essa manobra colocaria o peso inteiro do corpo nos calcanhares e produziria dor intensa. Além disso, a flexão dos cotovelos faria a rotação dos pulsos em volta dos pregos de ferro e causaria dor ardente ao longo dos nervos medianos danificados” (1461).
* “Já que expressões verbais ocorrem durante a exalação, essas expressões curtas [as palavras de Jesus na cruz] devem ter sido particularmente difíceis e dolorosas” (1462).
Em resumo, “A morte por crucificação era, em todo sentido da palavra, excruciante (em latim, excruciatus, ou ‘da cruz’)” (1461). Mas a morte violenta, dolorosa, sacrificial, corajosa e humilde de Jesus não é o único ato mais horrendo do homem pecador que o mundo já conheceu — é também o maior ato de amor demonstrado por nosso Deus bom e justo.[12]

Considerações finais

Deus não criou o mal, nem cooperou para a sua existência. Ele é santo e não compactua com o pecado. O mal surgiu na ausência do bem, quando Lúcifer decidiu se tornar igual a Deus, pecou e foi aí que surgiu o mal conhecido. Não que Lúcifer tenha sido criado mal, mas livre, portanto foi responsabilizado e punido por sua escolha de ir contra o próprio Deus. Da mesma forma, o homem também tentou se tornar igual a Deus, e também pecou, e com a sua queda trouxe o mal e o pecado a todas as pessoas.
A raiz de todo mal é o pecado, tanto dos anjos quanto dos homens. Tudo se resume em pecado, a origem e o pai do mal. Sabendo que o mal não é uma ‘‘coisa’’ que se pode colocar em um pote, por exemplo. Mas é algo metafísico.
Existem algumas coisas denominadas como mal, que seria as catástrofes, doenças, injustiças, as calamidades em geral. A maioria dessas mazelas é causada pelo próprio homem.  Outras são providências divinas; Há coisas que acontecem com a permissão de Deus; e outras com o decreto de Deus. Deus não criou o mal, mas permite que aconteça. Essa é a origem do mal!
No primeiro capítulo da bíblia, diz claramente que ‘‘Tudo que Deus criou era “muito bom” (Gênesis 1:31). A bíblia também termina, em seus últimos capítulos, do seu ultimo livro, dizendo que tudo voltará a se tornar bom, como era no início. Apocalipse 21:4 diz: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. ’’ E para concluir, pode-se confirmar que Deus decretou que, no final, um novo céu e uma nova terra esperam aqueles que amam a Deus!




[1]  WILHELM Gottfried Leibniz Apud JUNIOR Paulo. A Origem do Mal (Teodicéia). Disponível em:<<. http://www.defesadoevangelho.com.br/wp-content/uploads/a_origem_do_mal_-teodiceia-.pdf> Acesso em: 20 de Out. 2014.

[2]OLIVEIRA, Rodrigo M.
Teodicéia (O Estudo da Origem do Mal). Disponível em:<
http://www.atosdois.com.br/print2.php?codigo=3768> Acesso em: 21 de Out. 2014.    

[3] Ibid.

[4] JUNIOR, Paulo. A Origem do Mal (Teodicéia). Disponível em:<<. http://www.defesadoevangelho.com.br/wp-content/uploads/a_origem_do_mal_-teodiceia-.pdf> Acesso em: 20 de Out. 2014.
[5] OLIVEIRA, Rodrigo M. Op. Cit.
[6]CALVINO Apud JUNIOR, Paulo. A Origem do Mal (Teodicéia). Disponível em:<<. http://www.defesadoevangelho.com.br/wp-content/uploads/a_origem_do_mal_-teodiceia-.pdf> Acesso em: 21 de Out. 2014.
[7] CALVINO Apud JUNIOR, Paulo. A Origem do Mal (Teodicéia). Op. Cit.
[8] JUNIOR, Paulo. A Origem do Mal (Teodicéia). Op. Cit.
[9] Quatros atos de Deus, Bíblia de estudo Dake. Pag. 1073
[10] DENNIS Allan. Deus criou o mal? Disponível em:> http://www.estudosdabiblia.net/bd98.htm<. Acesso em: 22 de Out. 2014.
[11] DRISCOLL, Mark Apud SEVERO, Julio. Quanto Jesus sofreu? Relatório médico de morte por crucificação. Disponível em:> http://juliosevero.blogspot.com.br/2014/04/quanto-jesus-sofreu-relatorio-medico-de.html< Acesso em: 22 de Out. 2014.

[12]  Ibd.


Nenhum comentário:

Postar um comentário